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MS Supera: Ampliação de bolsas mira combate à evasão e democratização do acesso ao ensino

Destaques:

  • Ampliação de 150 vagas no programa MS Supera, totalizando 750 novos bolsistas convocados.
  • Bolsas de um salário mínimo visam reduzir a evasão em cursos técnicos e superiores de baixa renda.
  • Requisitos incluem baixa renda, matrícula em instituições sul-mato-grossenses e residência no estado há mais de 2 anos.

O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead), ampliou o número de vagas do programa MS Supera, convocando 750 novos estudantes para receberem bolsas de estudo. A medida busca incentivar a permanência em cursos universitários e de educação profissional técnica, combatendo diretamente a evasão escolar.

O processo seletivo, que originalmente previa 600 vagas, adicionou 150 novas oportunidades. Essa ampliação ocorreu devido a desligamentos de outros bolsistas por conclusão de curso, desistência ou descumprimento das regras de permanência. No total, 6.094 pessoas se inscreveram, com 1.572 habilitadas, sendo 101 do Ensino Médio Profissionalizante e 1.471 do Ensino Superior. Aqueles que foram habilitados, mas ainda não convocados, compõem o cadastro de reserva.

O MS Supera concede uma bolsa mensal no valor de um salário mínimo nacional (atualmente R$ 1.621,00). O objetivo central é apoiar financeiramente estudantes de baixa renda, permitindo que concluam seus estudos em instituições de ensino públicas ou privadas, com polos em Mato Grosso do Sul. O pagamento do primeiro benefício aos novos bolsistas está previsto para o início de maio.

Para ser elegível ao benefício, o estudante deve atender a critérios rigorosos de renda, que consideram a renda individual (até 1,5 salário mínimo para quem mora sozinho) ou familiar total (até 3 salários mínimos). É necessário estar matriculado ou aprovado em cursos técnicos ou superiores, presenciais ou a distância, desde que autorizados pelo Ministério da Educação (MEC) e com polo no estado. Além disso, o candidato não pode ter curso superior completo, deve comprovar residência em Mato Grosso do Sul há pelo menos dois anos e estar inscrito no Cadastro Único (CadÚnico). A acumulação com outras bolsas ou auxílios semelhantes é proibida, assim como ter mais de quatro reprovações no curso ou ter outro familiar já beneficiado pelo programa.

A disponibilidade de novas vagas e o resultado final do processo seletivo foram publicados no Diário Oficial do Estado.

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