A segunda etapa da Lei do Pantanal, com um enfoque voltado ao desenvolvimento social e à geração de renda para comunidades tradicionais, será apresentada nos dias 10 e 11 de agosto. A iniciativa prevê ações direcionadas a ribeirinhos, povos originários e moradores da região pantaneira, buscando harmonizar a preservação ambiental com o avanço econômico.
A proposta visa incentivar atividades econômicas que sejam compatíveis com a conservação do bioma, representando uma das principais entregas do mandato. A ideia central é que as comunidades locais possam prosperar economicamente, mantendo o meio ambiente preservado, o que se configura como um pilar fundamental para a continuidade do trabalho legislativo iniciado.
Há um diálogo ativo com o governo federal, que demonstra atenção especial às demandas de Mato Grosso do Sul. O planejamento federal para o estado aponta para um direcionamento estratégico no desenvolvimento nacional, com a intenção de estimular a industrialização da produção local. O objetivo é agregar valor às commodities antes da exportação, fortalecendo também a agricultura familiar e evitando que o estado permaneça apenas como um exportador de matéria-prima.
A estratégia delineada inclui a instalação de pequenas indústrias de bioinsumos nas sete regiões do estado, com o propósito de abastecer agricultores familiares. Adicionalmente, busca-se o fomento a novos empreendimentos nos setores do agronegócio e da indústria, com expectativas de impacto positivo na geração de empregos e na potencial redução dos preços dos alimentos.
Ao analisar os últimos três anos e meio de mandato, o período é caracterizado por desafios superados e avanços em áreas como assistência social, educação, direitos das mulheres e reforma tributária. A percepção é de que a experiência vivenciada reforça a necessidade de dar continuidade às ações iniciadas no Congresso Nacional, visto que as transformações na vida das pessoas são tangíveis.
A educação figura como uma área prioritária para os próximos esforços. Parte das emendas parlamentares já foi direcionada ao fortalecimento do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), com investimentos em restaurantes universitários, laboratórios e infraestrutura tecnológica. Planeja-se, ainda, a ampliação de projetos voltados para a juventude, como a implantação de um modelo inspirado no Moinho Cultural em cada uma das sete regiões do estado.

