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Museu de Arqueologia da UFMS Reabre Portas no Campus com Acervo Histórico Revitalizado

Destaques:

  • O Museu de Arqueologia da UFMS será reinaugurado na próxima terça-feira (30), às 15h, após reforma e mudança de sede.
  • O novo espaço está localizado no campus da universidade e apresenta uma nova exposição com parte do acervo.
  • O museu abriga mais de 30 anos de pesquisas arqueológicas realizadas em Mato Grosso do Sul, incluindo o registro do sítio arqueológico mais antigo do estado, com aproximadamente 12,6 mil anos.

O Museu de Arqueologia da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) retorna à sua programação de visitação nesta terça-feira (30), às 15h. A reinauguração marca não apenas a conclusão de um período de reformas, mas também a mudança para um novo espaço físico dentro do próprio campus universitário. O local voltará a receber o público com uma exposição inédita.

Criado em 2006 e aberto ao público em 2008, o museu encerra suas atividades na antiga sede, situada na Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, para se estabelecer definitivamente na UFMS. O acervo, consolidado ao longo de mais de três décadas de pesquisas arqueológicas no estado, representa um valioso patrimônio para a compreensão da história de Mato Grosso do Sul.

A nova fase do museu no campus é vista como um avanço significativo. Todo o acervo é resultado direto de extensas pesquisas realizadas em território sul-mato-grossense. Entre os tesouros preservados, destaca-se o registro do sítio arqueológico mais antigo de Mato Grosso do Sul, datado de cerca de 12,6 mil anos, um dos principais vestígios da ocupação humana na região.

Com a reabertura, as expectativas são de um aumento na visitação por parte de estudantes das redes de ensino pública e privada, universitários, pesquisadores, turistas e pela própria comunidade local. O espaço continuará a desempenhar um papel fundamental em atividades de pesquisa, extensão universitária e formação acadêmica, além de sua função de preservar a história arqueológica do estado. O objetivo primordial é aproximar a sociedade da ciência e democratizar o acesso ao patrimônio histórico de Mato Grosso do Sul.

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