- Investimento de R$ 6,176 milhões destinado à infraestrutura do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS).
- Obras incluem a reforma do poço e a substituição de cinco elevadores, sendo dois sociais e três para macas.
- A empresa Poligonal Engenharia e Construções Ltda. será responsável pela execução em um prazo de 18 meses.
O Governo de Mato Grosso do Sul direcionará um investimento de R$ 6,176 milhões para a reforma do poço e a substituição de cinco elevadores no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS), localizado em Campo Grande.
A formalização do contrato com a empresa Poligonal Engenharia e Construções Ltda., vencedora do processo licitatório, foi realizada por meio da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul). O extrato do contrato foi publicado, marcando o início da vigência do acordo.
Detalhes da Intervenção
As ações previstas no contrato contemplam a substituição de cinco elevadores da instituição, sendo dois para uso social e três projetados para o transporte de pacientes em macas. A empresa contratada terá um prazo de 18 meses para executar as obras e realizar a substituição dos equipamentos, contados a partir do recebimento da ordem de serviço.
Contexto da Gestão Mista no HRMS
O investimento na infraestrutura do HRMS ocorre em um período de transição para um modelo de gestão mista entre o Estado e a iniciativa privada. Desde 11 de maio, o hospital opera sob a Parceria Público-Privada (PPP) firmada com a empresa Inova Saúde MS.
Neste novo arranjo, a Inova Saúde MS é responsável pela coordenação dos serviços classificados como ‘bata cinza’, que englobam atividades não diretamente relacionadas à assistência médica dos pacientes. Além disso, a empresa também realizará a reforma da estrutura existente e a construção de dois novos blocos, que adicionarão 577 novos leitos à capacidade do hospital. Os serviços de ‘bata branca’, referentes à gestão de pessoas e atendimentos médicos diretos, permanecem sob a administração do poder público. A gestão dividida está prevista para se estender até 2030, mantendo o atendimento exclusivo pelo Sistema Único de Saúde (SUS) à população.

