A maioria dos estados brasileiros segue em alerta para a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A análise mais recente aponta que a circulação de vírus respiratórios ainda pressiona os serviços de saúde em todo o país.
Destaques:
- Incidência de SRAG em níveis de alerta ou alto risco na maioria dos estados.
- Vírus sincicial respiratório (VSR) é o principal causador de hospitalizações, especialmente em crianças.
- Influenza A e B também contribuem para o aumento de casos graves em algumas regiões.
O cenário nacional mostra uma tendência de estabilização nos casos de SRAG. No entanto, a elevada circulação de vírus como o sincicial respiratório (VSR), rinovírus e a influenza A e B continua exigindo atenção dos sistemas de saúde. O VSR lidera o número de hospitalizações, principalmente entre crianças pequenas. Em algumas áreas, a influenza A e B também impulsionam o aumento de casos graves.
A Covid-19 apresenta um crescimento localizado em certos estados, mas sua incidência nacional permanece baixa. Ao analisar os casos positivos de SRAG nas últimas semanas, o VSR representa a maior parte, seguido pelo rinovírus e pelas influenzas.
No que diz respeito aos óbitos por SRAG com identificação viral, a influenza A foi o agente mais frequente, seguida pelo VSR e rinovírus. A mortalidade por SRAG continua sendo maior entre idosos, com predominância da influenza A.
A recomendação é manter as medidas preventivas, como vacinação contra influenza e Covid-19, uso de máscaras em ambientes fechados e isolamento em caso de sintomas respiratórios.

