Atenção, Mato Grosso do Sul! Nossas profissionais estão fazendo a diferença em nível nacional. Servidoras do Tribunal de Justiça de MS (TJMS) marcam presença em uma obra essencial que aprimora a proteção de crianças e adolescentes no sistema de Justiça. É a voz do nosso estado ecoando pelo Brasil.
Destaques:
- Profissionais do TJMS contribuem com obra nacional sobre Depoimento Especial.
- Publicação foca em técnicas de escuta protegida para crianças e adolescentes.
- Artigo de servidoras do MS aborda a importância da cultura Guarani Kaiowá no processo.
Depoimento Especial: Proteção e Metodologia
O TJMS amplia sua influência. Nossas servidoras participam da obra "Depoimento Especial em Prática". Esta publicação é um guia completo. Ela reúne fundamentos, orientações e experiências sobre a escuta protegida, tudo seguindo a Lei nº 13.431/2017.
A obra, coordenada por um dos criadores do "Depoimento Sem Dano", é um divisor de águas. Traz aspectos cruciais. Técnicas de entrevista cognitiva e produção antecipada de provas são pontos-chave. O objetivo é claro: fortalecer práticas que garantam a proteção integral de crianças e adolescentes. E, principalmente, evitar a dolorosa revitimização durante processos judiciais.
Esse material é uma ferramenta valiosa. Magistrados, assistentes sociais, psicólogos e demais profissionais da Justiça e da rede de proteção têm agora uma fonte de consulta. Um verdadeiro tesouro de conhecimento para aperfeiçoar a escuta especializada e o Depoimento Especial.
MS Lidera: Visão Cultural na Justiça
E a contribuição de Mato Grosso do Sul se destaca! O artigo "Por que respeitar a cultura das crianças e adolescentes no processo de depoimento especial? Uma análise intercultural a partir da experiência Guarani Kaiowá" é assinado por servidoras do TJMS. Doemia Ignes Ceni e Zeli Paim de Menezes Lopes Vasques são as autoras. Elas contaram com a parceria das intérpretes e tradutoras forenses Rozidaria Ramires Piná e Micheli Alves Machado.
Essa participação mostra a relevância da experiência do TJMS no debate nacional. Especialmente na criação de procedimentos que valorizam as particularidades culturais. A atenção à comunidade Guarani Kaiowá é um exemplo concreto de como a Justiça pode ser mais inclusiva.
O trabalho dessas profissionais também reforça algo vital: a atuação interdisciplinar e a qualificação constante. Essenciais para quem lida com a escuta protegida. É mais um passo para uma prestação jurisdicional humanizada, inclusiva e que cumpre o princípio da proteção integral em nosso estado.

