Destaques:
- Equipe da Coordenadoria da Infância e da Juventude do TJMS e assistente social de Camapuã participaram de congresso internacional.
- O município de Camapuã foi agraciado com um selo de excelência pelo Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora.
- A premiação sublinha a integração entre o suporte técnico do TJMS e a gestão municipal na proteção de crianças e adolescentes.
Reconhecimento Internacional para Camapuã
A equipe técnica da Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), representada por Doemia Ignes Ceni e Renata Giancursi, e a assistente social da comarca de Camapuã, Dirlene Colla, estiveram presentes no I Congresso Internacional de Acolhimento Familiar – Rio 2026. Durante o evento, o município de Camapuã recebeu um selo de excelência, em reconhecimento à qualidade, responsabilidade e eficácia na execução do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora.
O congresso, sediado na capital fluminense, promoveu discussões sobre as práticas de proteção à infância. A delegação de Camapuã no evento incluiu o prefeito Manoel Nery, a secretária municipal de Assistência Social, Terislene Nery, e a equipe técnica municipal, formada por Ana Carina Carvalho, Fabiana Oliveira e Rose França.
O encontro reuniu, além da comitiva sul-mato-grossense, representantes do Ministério Público de diversas regiões, famílias acolhedoras, palestrantes internacionais e autores que são referências no estudo e na prática do acolhimento.
A certificação obtida por Camapuã reflete o resultado do trabalho integrado. O suporte técnico da CIJ/TJMS, a atuação da assistente social Dirlene Colla no Fórum local, e o empenho da gestão municipal, liderada pelo prefeito Manoel Nery e sua equipe técnica, são elementos que contribuem para um atendimento seguro e humanizado às crianças e adolescentes acolhidos.
O Serviço de Acolhimento Familiar e Sua Importância
O Serviço de Família Acolhedora configura uma modalidade de medida protetiva para crianças e adolescentes que necessitam ser temporariamente afastados de suas famílias de origem. Diferentemente do acolhimento institucional, esta modalidade proporciona cuidado individualizado, afeto e rotina em um ambiente familiar qualificado, com acompanhamento profissional.
A ampliação e o fortalecimento deste serviço estão entre as prioridades do Plano Nacional de Convivência Familiar e Comunitária (2025-2035). Este plano nacional orienta a transição do modelo institucional para o familiar, visando que o desenvolvimento de crianças e adolescentes ocorra em um ambiente que favoreça a formação de vínculos afetivos e sociais adequados.

