- O deputado federal Marcos Pollon obtém liminar para remoção de vídeo em redes sociais.
- O Consórcio Guaicurus encerra operação do transporte coletivo em Campo Grande, com substituição pela HP Mobilidade.
- A Justiça Eleitoral de MS rejeita acusação de fraude em candidaturas do Republicanos em Sidrolândia e nega pedido do Novo ao Governo do Estado.
O deputado federal Marcos Pollon obteve uma liminar do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) para a remoção de um vídeo veiculado em redes sociais. A publicação, que abordava um suposto relacionamento do parlamentar com a vereadora de Sorocaba, Tatiana Costa (PL), foi considerada pelo magistrado como invasão da vida íntima, transcendendo a crítica política.
O desembargador Luiz Tadeu Barbosa Silva, relator do caso, destacou que o conteúdo difundia acusações sem comprovação sobre a esfera pessoal. A plataforma Meta foi notificada a identificar os administradores do perfil em questão, sob pena de multa diária de R$ 2 mil. A decisão tem caráter provisório.
Em Campo Grande, o Consórcio Guaicurus, responsável pelo transporte coletivo da capital por 14 anos, encerrou suas operações. A gestão do serviço será assumida pela HP Mobilidade, empresa sediada em Goiânia (GO). A mudança ocorre em um contexto de aproximadamente 120 ações judiciais envolvendo o consórcio, a maioria relacionada a acidentes de trânsito ou pleitos de indenização por danos morais, com um aumento significativo de processos a partir de 2019.
Desde 2020, o Consórcio Guaicurus também iniciou diversas ações judiciais contra o município de Campo Grande, incluindo contestações de multas por irregularidades operacionais e solicitações de reequilíbrio econômico-financeiro, alegando perdas decorrentes da não revisão tarifária.
A HP Mobilidade, que assume o serviço, possui sede em Goiânia e, em seu perfil na rede social Instagram, acompanha 18 contas, dentre elas as prefeituras de Goiânia e o Governo de Goiás, além de consórcios de transporte em outras capitais e fabricantes de veículos. A empresa detém 12,6 mil seguidores.
O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), investirá R$ 250,3 mil na aquisição de um espaço de 70 metros quadrados no Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS 2026). O evento ocorrerá de 4 a 6 de agosto em São Paulo. A contratação, realizada junto à Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), prevê a área e ‘serviços complementares de infraestrutura’, sem detalhamento adicional sobre os serviços no extrato.
Campo Grande recebeu um aporte de R$ 12,2 milhões da União destinados à saúde. A maior parte dos recursos, R$ 9,4 milhões, será aplicada no custeio das equipes de Saúde da Família e na remuneração de agentes comunitários. O montante também contemplará áreas como saúde bucal, vigilância em saúde, equipes multiprofissionais e assistência a indivíduos em situação de conflito com a lei.
Laís Ferreira Paulino Borges foi designada como nova subsecretária de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência, órgão ligado à Secretaria de Estado da Cidadania (Secid). A nomeação para o cargo em comissão, símbolo CCA-07, teve efeito a partir de 17 de julho, sucedendo a exoneração de Adonis Marcos de Souza, que ocorreu no final de junho.
A Justiça Eleitoral de Mato Grosso do Sul rejeitou uma acusação de fraude envolvendo o partido Republicanos nas eleições de 2024 em Sidrolândia. O Ministério Público Eleitoral (MPE) questionava candidaturas femininas que obtiveram um número reduzido de votos. Entretanto, o juiz Bruce Henrique dos Santos Bueno Silva avaliou que a baixa votação, por si só, não configura fraude. Elementos como registros de campanha, materiais de divulgação e participação em eventos indicaram a efetiva disputa das candidatas, mantendo a validade dos votos do partido, seus registros e os diplomas dos suplentes.
O partido Novo teve um pedido negado pela Justiça Eleitoral, no qual buscava compelir o governador Eduardo Riedel e o vice-governador Barbosinha a apresentarem documentos referentes à publicidade das empresas Sanesul e MSGás. O desembargador Luiz Tadeu Barbosa Silva entendeu que a iniciativa visava reabrir uma discussão já finalizada e incluía novas evidências após a decisão anterior. O relator indicou que questões de transparência devem ser tratadas na Justiça Comum, e não em processos eleitorais.

