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Programa de Extensão Tecnológica Vira Política Pública Permanente em MS

Um marco para o desenvolvimento tecnológico e a agricultura familiar de Mato Grosso do Sul: o Programa de Extensão Tecnológica da Semadesc agora é política pública permanente no Estado.

Destaques:

  • Programa de Extensão Tecnológica da Semadesc torna-se política pública permanente em Mato Grosso do Sul.
  • Iniciativa promove ensino, pesquisa, capacitação e geração de renda para agricultores familiares.
  • Horto de plantas medicinais e PANCs em Campo Grande é um dos exemplos práticos dos resultados.

A decisão de tornar o programa permanente foi anunciada em evento no distrito de Rochedinho, em Campo Grande, durante a inauguração do Horto de Plantas Medicinais e PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais) e do viveiro de mudas da Escola Agrícola Barão do Rio Branco. O projeto, que já integrava 88 iniciativas contempladas por edital da Semadesc e Fundect, agora ganha força como política de Estado.

A extensão tecnológica tem demonstrado resultados concretos, comprovando que o investimento em conhecimento e inovação abre portas para a agricultura familiar sul-mato-grossense. A integração entre escola, estudantes, famílias e parceiros institucionais é um dos pilares dessa iniciativa, fortalecendo a construção de conhecimento e a busca por inovações.

O novo horto recebeu centenas de mudas de espécies medicinais, além de mudas produzidas pelos próprios estudantes. O objetivo é distribuir essas plantas a agricultores familiares, ampliando a geração de renda e o acesso a produtos naturais. Capacitações em desidratação de plantas, produção de aromatizantes, extração de ativos e elaboração de cosméticos naturais já foram realizadas, agregando valor à produção rural e incentivando práticas alinhadas à bioeconomia.

A iniciativa também visa abastecer a Farmácia Viva, um projeto do SUS que utiliza plantas medicinais e fitoterápicos na atenção básica. As PANCs ganham espaço pelo potencial nutricional, ambiental e econômico, contribuindo para a diversificação alimentar e a valorização da biodiversidade regional.

A expectativa é que o horto se torne um polo de referência em educação ambiental, plantas medicinais e produção sustentável, promovendo a troca de experiências e a multiplicação de tecnologias sociais para diversas comunidades rurais de Mato Grosso do Sul.

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