Destaques:
- Políticas de atenção a egressos do sistema prisional foram apresentadas a uma juíza do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) durante visita técnica ao Escritório Social de Campo Grande.
- A atuação da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) foi ressaltada como central na articulação e execução das ações de reinserção social em Mato Grosso do Sul.
- A iniciativa busca fortalecer o acompanhamento de pessoas que deixaram o sistema prisional, visando a redução da reincidência criminal e a promoção de uma reinserção social efetiva, com planos de expansão para o interior do estado.
A estrutura e as estratégias de acompanhamento de egressos do sistema prisional em Mato Grosso do Sul foram o foco de uma visita técnica realizada por uma juíza do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ao Escritório Social de Campo Grande. A ação contou com a participação de representantes do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (GMF/TJMS), da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen).
A juíza conheceu de perto o funcionamento do Escritório Social, um componente da política pública de atenção a pessoas que já cumpriram pena. Em Mato Grosso do Sul, a Agepen tem um papel fundamental na construção de fluxos de atendimento, no estabelecimento de parcerias institucionais e na ampliação da rede de apoio a esses indivíduos. Foram detalhadas as estratégias que visam consolidar uma política eficaz de atenção ao egresso, ressaltando a importância da integração entre os órgãos do sistema de justiça e a rede de assistência social.
As perspectivas de expandir o serviço para outros municípios do interior do estado foram discutidas, com o objetivo de ampliar o acesso ao suporte contínuo para a população atendida. A relevância da política de atenção às pessoas egressas foi enfatizada como um pilar para a redução da reincidência criminal e para a promoção de uma reinserção social mais efetiva. A implementação de políticas públicas voltadas à humanização da execução penal foi destacada, evidenciando o compromisso com a construção de oportunidades e a quebra de ciclos de reincidência por meio de ações estruturadas e integradas.

