Destaques:
- Juiz Vitor Luís de Oliveira Guibo encerra biênio como membro do TRE-MS.
- Magistrados prestaram homenagens, ressaltando atuação técnica e legado.
- Despedida marca o fim de um ciclo na Justiça Eleitoral do estado.
O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) realizou nesta quarta-feira (13) a última sessão plenária com a participação do juiz Vitor Luís de Oliveira Guibo, marcando o encerramento de seu biênio na Corte. A vaga que ocupava era destinada à classe dos juízes de direito e seu período de atuação teve início em maio de 2024.
Durante a sessão de despedida, magistrados que compõem a Corte Eleitoral dedicaram homenagens ao juiz. Os pronunciamentos focaram em sua atuação técnica ao longo do biênio, bem como no legado que sua passagem pelo tribunal deixou. A importância de sua contribuição para o fortalecimento da Justiça Eleitoral e para a consolidação da democracia em Mato Grosso do Sul foi amplamente destacada.
Em nome da Corte Eleitoral, o juiz Fernando Nardon Nielsen ressaltou a qualidade da atuação de Dr. Vitor Guibo, descrevendo-a como marcada pelo “vigor técnico, equilíbrio nas decisões e uma inabalável dedicação à Justiça”. Nielsen também fez questão de enfatizar a “dimensão humana” do magistrado em sua atuação no Tribunal, citando o “trato respeitoso, a escuta atenta, a construção diária de um ambiente de confiança e cooperação” como elementos que consolidam legados mais valiosos.
Ao agradecer as homenagens, o juiz Vitor Luís de Oliveira Guibo expressou gratidão pela convivência estabelecida durante seu período na Corte Eleitoral. Ele reconheceu o trabalho colaborativo entre magistrados, membros do Ministério Público e servidores. “Quando eu entrei, prometi honrar esta Corte, e espero que eu tenha feito isso de maneira adequada. Gostaria de deixá-la tão limpa quanto a encontrei aqui”, declarou.
O presidente do TRE-MS, desembargador Carlos Eduardo Contar, também se manifestou, sublinhando a qualidade técnica e o comprometimento do juiz nos julgamentos. “Vossa Excelência marcou presença e exerceu dignamente sua função. Cada voto exigia atenção aos detalhes e às minúcias, o que acrescentou qualidade aos nossos julgamentos”, afirmou Contar, evidenciando a relevância da contribuição individual para a coletividade na tomada de decisões judiciais.

