InícioCotidianoUFMS na linha de frente: tecnologia para prematuros é validada em MS

UFMS na linha de frente: tecnologia para prematuros é validada em MS

Destaques:

  • Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) participou da validação do PreemieTest®.
  • Tecnologia optoeletrônica estima idade gestacional de recém-nascidos e auxilia em decisões clínicas.
  • Estudo envolveu mais de cinco mil bebês e contribuiu para inclusão da tecnologia no SUS.

A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) teve papel ativo na validação do PreemieTest®. Esta tecnologia estima a idade gestacional de recém-nascidos com maior precisão. O estudo integra uma rede nacional coordenada pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM). A validação foi crucial para a incorporação do dispositivo ao Sistema Único de Saúde (SUS).

A coordenadora da equipe da UFMS, Daniele Soares Marangoni, ressaltou a importância da participação na fase de validação em cenários reais de atendimento. O PreemieTest® foi desenvolvido na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Utilizando tecnologia optoeletrônica, o equipamento analisa a pele do bebê. Assim, estima sua idade gestacional. A tecnologia identifica prematuros e a probabilidade de necessitarem de Unidade de Terapia Intensiva Neonatal. Este é um avanço significativo para a saúde neonatal.

Em Mato Grosso do Sul, os testes ocorreram em Campo Grande. Locais como o Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian, a Maternidade Cândido Mariano e a Casa de Parto Florescer foram centros de pesquisa. A equipe da UFMS treinou profissionais de saúde. Coletou dados clínicos e acompanhou recém-nascidos após a alta.

Quase 400 recém-nascidos foram avaliados em Campo Grande em poucos meses. A pesquisa abrangeu mais de cinco mil bebês no Brasil e em Honduras. A inclusão do PreemieTest® no SUS visa ampliar o acesso à tecnologia. A meta é alcançar regiões remotas.

O primeiro minuto de vida é decisivo para o recém-nascido. Informações confiáveis e imediatas sobre a idade gestacional qualificam a tomada de decisões clínicas. O objetivo é reduzir mortes evitáveis.

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