O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) encontra-se internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, após diagnóstico de broncopneumonia bacteriana bilateral. A condição, que segundo os médicos pode ter sido causada por aspiração, levou à necessidade de suporte clínico e tratamento com antibióticos intravenosos.
O quadro clínico de Bolsonaro se agravou durante a madrugada de sexta-feira (13), com o ex-presidente apresentando febre alta, sudorese, calafrios, além de vômitos e falta de ar. Equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal foram acionadas na manhã desta sexta-feira e, após avaliação inicial, suspeitaram de pneumonia. Ele foi encaminhado ao hospital por volta das 8h50 em uma ambulância do Samu.
O cardiologista Brasil Caiado, que acompanha o ex-presidente, informou que apesar de uma pequena melhora após o início da medicação, Bolsonaro ainda relata enjoo, dor de cabeça e dores musculares. “Precisamos aguardar o efeito do medicamento”, explicou o médico.
A equipe médica não estabelece previsão de alta para o ex-presidente, indicando que o tratamento com dois antibióticos e medicação intravenosa exigirá acompanhamento para avaliar a resposta do organismo. Pessoas próximas a Bolsonaro indicam que ele deverá permanecer hospitalizado pelos próximos dias.
O histórico de saúde recente de Jair Bolsonaro inclui outros episódios que demandaram atenção médica. Em setembro do ano passado, ele precisou de atendimento após apresentar vômitos, tontura e queda de pressão arterial. Em janeiro deste ano, já em detenção na Polícia Federal, foi internado após passar mal e bater a cabeça em um móvel da cela. Posteriormente, foi transferido para uma unidade hospitalar que conta com suporte de fisioterapia e médicos 24 horas, apesar de pedidos de prisão domiciliar, baseados em sua saúde, terem sido negados pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
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