- Mato Grosso do Sul recebe kits de varredura e aparelhos portáteis de raio-X para presídios.
- Equipamentos visam combater o crime organizado e localizar materiais ilícitos nas unidades prisionais.
- Ação integra o Programa Brasil Contra o Crime Organizado, com MS atuando como projeto-piloto nacional.
Mato Grosso do Sul reforça a segurança nos presídios. O sistema penitenciário estadual recebeu novos equipamentos de varredura. A Senappen (Secretaria Nacional de Políticas Penais) doou os materiais à Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário).
Eles serão usados em revistas, inspeções estruturais e ações de inteligência. O objetivo é localizar itens ilícitos e barrar comunicações ilegais dentro das unidades.
A Agepen confirmou a chegada dos equipamentos. Atos publicados no DOE (Diário Oficial do Estado) instituíram comissões para o recebimento e conferência. Entre os itens estão kits de varredura e aparelhos portáteis de raio-X.
Os equipamentos integrarão o acervo da Gisp (Gerência de Inteligência do Sistema Penitenciário). Esta é uma ação do Programa Brasil Contra o Crime Organizado. A iniciativa do Governo Federal escolheu Mato Grosso do Sul como projeto-piloto nacional.
As novas tecnologias focam na detecção de ilícitos e no monitoramento prisional. Alguns equipamentos são semelhantes aos já usados pelos policiais penais. Outros representam inovação, ampliando a capacidade de fiscalização das unidades.
A composição exata dos kits não foi detalhada. A Agepen esclarece: os itens serão usados em revistas, inspeções físicas e atividades de inteligência. Tudo para fortalecer a segurança prisional.
A doação integra o Programa Brasil Contra o Crime Organizado. A meta é ampliar o controle interno das unidades e reduzir a atuação de organizações criminosas vindas do cárcere.
O programa também inclui treinamentos especializados. Outra frente é o projeto “Padrão Segurança Máxima”. Ele estabelece protocolos mais rigorosos para o sistema penitenciário.
Os primeiros trabalhos já estão em andamento. O Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, em Campo Grande, e a Penitenciária Estadual de Dourados são as primeiras unidades a receber as ações.
Comissões designadas farão o recebimento e a conferência. Após isso, os materiais serão incorporados ao patrimônio estadual. A distribuição seguirá o planejamento operacional da instituição.

