Destaques:
- O estado de Mato Grosso do Sul contabiliza 3.490 casos confirmados de chikungunya, com 7.599 casos prováveis.
- Treze óbitos relacionados à chikungunya foram confirmados, em municípios como Dourados, Bonito, Jardim e Fátima do Sul.
- Mais de 223 mil doses do imunizante contra a dengue já foram aplicadas na população sul-mato-grossense.
Mato Grosso do Sul registrou 7.599 casos prováveis de chikungunya, com 3.490 confirmações no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN). Os dados foram apresentados no boletim referente à 15ª semana epidemiológica, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) nesta quinta-feira (23).
Chikungunya em Mato Grosso do Sul
O documento da SES informa a confirmação de 13 óbitos pela doença, distribuídos nos municípios de Dourados, Bonito, Jardim e Fátima do Sul. Dentre as vítimas, oito possuíam algum tipo de comorbidade. O boletim aponta ainda 52 casos confirmados de chikungunya em gestantes, e dois óbitos estão sob investigação.
Cenário da Dengue no Estado
Em relação à dengue, o estado contabiliza 4.187 casos prováveis, dos quais 597 foram confirmados. Não há registro de óbitos pela doença, nem casos em fase de investigação.
Nos últimos 14 dias, foi observada baixa incidência de casos confirmados de dengue em Corumbá, Pedro Gomes, Santa Rita do Pardo, Inocência, Batayporã, Ladário, Bonito, Jardim, Nioaque, Camapuã, Rio Brilhante, Aquidauana, Três Lagoas e Dourados.
Campanha de Vacinação e Recomendações
Um total de 223.322 doses do imunizante contra a dengue já foram aplicadas na população-alvo em Mato Grosso do Sul. O estado recebeu do Ministério da Saúde 241.030 doses da vacina.
O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A recomendação da vacinação é para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.
A população é orientada a evitar a automedicação. Em caso de sintomas de dengue ou chikungunya, a recomendação é procurar uma unidade de saúde do município para avaliação e tratamento adequados.

