Destaques:
- Chegada de cinco novos residentes fortalece o Laboratório de Inovação da Procuradoria-Geral do Estado (PGE/MS).
- Programa de Residência Tecnológica visa capacitar profissionais para transformação digital e inteligência artificial no setor público.
- Iniciativa interinstitucional une PGE/MS, TJMS, UFMS e FAPEC para aprimorar serviços públicos com tecnologia.
O Laboratório de Inovação da Procuradoria-Geral do Estado (PGE/MS) expande sua atuação tecnológica com a chegada de cinco novos residentes. A integração ocorreu após a aula inaugural do Programa de Residência Tecnológica em Engenharia de Software Inteligente, realizada no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), marcando o início oficial das atividades.
O procurador-geral do Estado ressaltou a colaboração entre as instituições como fundamental para a promoção de ganhos em eficiência e a melhoria dos serviços públicos prestados à população sul-mato-grossense. O procurador-chefe do Laboratório de Inovação e uma procuradora do Estado também participaram do evento.
Este programa é fruto de um convênio estabelecido entre a PGE/MS, o TJMS, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Fundação de Apoio à Pesquisa, ao Ensino e à Cultura (FAPEC). O objetivo central é a seleção e formação de profissionais aptos a atuar em atividades práticas voltadas à transformação digital, tecnologias da informação e comunicação, engenharia de software e inteligência artificial, tanto no TJMS quanto na PGE/MS.
A iniciativa está alinhada com os projetos já em andamento no Laboratório de Inovação da PGE/MS, que busca integrar o universo do Direito com a tecnologia. As frentes de trabalho atuais incluem a automação de peças jurídicas por meio de inteligência artificial, a análise estruturada de jurisprudência e o desenvolvimento de ferramentas para a gestão do contencioso estratégico.
A incorporação dos novos residentes é vista como um passo crucial para a consolidação do laboratório. A expectativa é que a ampliação da capacidade de execução de projetos permita o enfrentamento de problemas mais complexos, especialmente nas áreas de contencioso de massa e saúde pública, onde a eficiência tecnológica se traduz diretamente em otimização de recursos públicos e aprimoramento na prestação de serviços ao cidadão.


