A Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) rescindiu o contrato de aluguel de veículos que mantinha com a empresa Cunha. A medida foi adotada após a constatação de descumprimento de cláusulas contratuais essenciais para o atendimento do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) de Mato Grosso do Sul.
As irregularidades incluíam o não cumprimento dos prazos estabelecidos para a renovação da frota, além de outras obrigações previstas no acordo. A falta de conformidade impacta diretamente a logística e a eficiência do suporte à saúde das comunidades indígenas no estado.
Para assegurar a continuidade dos serviços vitais, o DSEI de Mato Grosso do Sul estabeleceu acordos emergenciais com municípios vizinhos às comunidades indígenas. Essa estratégia temporária visa garantir, de forma prioritária, o transporte para casos de urgência e emergência, bem como as visitas de profissionais de saúde a pacientes que necessitam de acompanhamento contínuo.
Em uma solução de longo prazo, a segunda colocada no processo licitatório foi convocada para assumir a prestação dos serviços. A expectativa é que os novos veículos sejam incorporados à frota nos próximos dias, normalizando o fornecimento de transporte.
A situação de descontinuidade no serviço de veículos gerou apreensão entre os representantes indígenas. A Aty Guasu, a Grande Assembleia do Povo Guarani Kaiowá, manifestou preocupação, relatando um incidente em que um veículo oficial da Sesai teria sido bloqueado pela empresa Cunha, impactando diretamente a assistência à saúde indígena na região.
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