InícioPoliciaEstupro e Pornografia Infanto-Juvenil: Investigação Revela Abusos Graves em Campo Grande

Estupro e Pornografia Infanto-Juvenil: Investigação Revela Abusos Graves em Campo Grande

  • Investigação da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) resultou na prisão de um homem de 52 anos em Campo Grande.
  • O indivíduo é apontado como autor de abusos sexuais contra a enteada e as filhas desta, quando tinham 12 e 10 anos.
  • Apurou-se também a produção de material pornográfico infanto-juvenil e tentativas de coação das vítimas com ofertas de dinheiro.

Um homem de 52 anos foi preso preventivamente em Campo Grande, no bairro Bonança, como resultado de uma investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA). A ação cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão, desdobrando-se na apuração de graves crimes contra a dignidade de crianças e adolescentes.

A investigação aponta que o homem teria sido o responsável pelo abuso sexual de sua enteada durante o período em que ela era menor de idade. Posteriormente, nos anos subsequentes, o mesmo indivíduo teria repetido os atos contra as filhas dessa vítima, que na época dos abusos tinham 12 e 10 anos. Relatos indicam que, em uma das situações, houve oferta de dinheiro a uma das crianças em troca da produção de vídeos íntimos.

Durante o processo investigativo, as vítimas prestaram depoimento especial, confirmando os fatos narrados. Foram também relatadas tentativas de exibição de conteúdo pornográfico pelo investigado para as crianças, além de aproximações físicas consideradas indevidas em relação a outras crianças que compartilhavam o mesmo espaço residencial.

No curso do cumprimento dos mandados expedidos pela Justiça, foram apreendidos um aparelho celular e um notebook pertencentes ao investigado. Estes equipamentos serão submetidos a perícia técnica. A prisão preventiva do homem foi decretada pelos crimes de estupro de vulnerável e produção de pornografia infanto-juvenil, e os trâmites legais prosseguem.

Medidas de proteção às vítimas foram acionadas junto ao Conselho Tutelar, com a devida comunicação formal realizada pela DEPCA.

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